O brasileiro vota mal, principalmente por questões culturais. Pior ainda é que depois de colocarem as pessoas erradas no poder, criticam a situação do País mas não fazem nada para reverter o quadro.
Outro dia assisti um programa que mostrava o dia-a-dia do Tiririca como político e fiquei surpreso com ele. Apesar da boa vontade e intenção, falta-lhe o espírito de lider para lidar com os “coiotes” da política. Mas ele não é bobo e tenta a sua maneira exercer o cargo que lhe foi confiado.
Durante a entrevista ele, com sua simplicidade, sintetizou muito bem como funciona o governo. E olha que ele acabou de entrar para a política (apenas 8 meses de mandato). Perguntado novamente sobre o que um deputado federal faz, ele respondeu:
“É uma pessoa que trabalha muito e produz muito pouco”.
Sobre a Câmara, ele falou:
“É uma fábrica de loucos. Uma fábrica de loucos”. “ninguém escuta ninguém”.
“Um deputado fala e nenhum presta atenção nele. Outro dia mesmo tinha um fazendo um discurso superbacana, sobre educação. Outro pediu a palavra. E reclamou: ‘Já pedimos para instalarem tomadas novas aqui e não instalaram’. É uma coisa de louco.”
Isso é uma comédia. Uma triste comédia que bancamos com os nosso suor, através do pagamentos dos inúmeros impostos e taxas.
O mais triste é que a maioria dos políticos estão lá somente para tratar dos seus próprios interesses.
E dá-lhe Tiririca.
Moy Riguer
o auxílio de um metrônomo tem vaŕias vantagens, principalmente para os iniciantes. Normalmente temos a tendência em ir variando a velocidade (andamento) da música conforme a inspiração/emoção ou empolgação durante a interpretação de uma música.

