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O brasileiro vota mal, principalmente por questões culturais. Pior ainda é que depois de colocarem as pessoas erradas no poder, criticam a situação do País mas não fazem nada para reverter o quadro.

Outro dia assisti um programa que mostrava o dia-a-dia do Tiririca como político e fiquei surpreso com ele. Apesar da boa vontade e intenção, falta-lhe o espírito de lider para lidar com os “coiotes” da política. Mas ele não é bobo e tenta a sua maneira exercer o cargo que lhe foi confiado.
Durante a entrevista ele, com sua simplicidade, sintetizou muito bem como funciona o governo. E olha que ele acabou de entrar para a política (apenas 8 meses de mandato). Perguntado novamente sobre o que um deputado federal faz, ele respondeu:

“É uma pessoa que trabalha muito e produz muito pouco”.

Sobre a Câmara, ele falou:

“É uma fábrica de loucos. Uma fábrica de loucos”. “ninguém escuta ninguém”.

“Um deputado fala e nenhum presta atenção nele. Outro dia mesmo tinha um fazendo um discurso superbacana, sobre educação. Outro pediu a palavra. E reclamou: ‘Já pedimos para instalarem tomadas novas aqui e não instalaram’. É uma coisa de louco.”

Isso é uma comédia. Uma triste comédia que bancamos com os nosso suor, através do pagamentos dos inúmeros impostos e taxas.
O mais triste é que a maioria dos políticos estão lá somente para tratar dos seus próprios interesses.

E dá-lhe Tiririca.

Moy Riguer

Estudar com o auxílio de um metrônomo tem vaŕias vantagens, principalmente para os iniciantes. Normalmente temos a tendência em ir variando a velocidade (andamento) da música conforme a inspiração/emoção ou empolgação durante a interpretação de uma música.

O metrônomo serve justamente para nos manter dentro da cadência da música. Numa apresentação informal, não haverá muitos problemas pois a galera segue atrás sem prestar muita atenção a esse e outros detalhes, mas em uma gravação por exemplo ou para melhorar a sua técnica, o uso desse instrumento é de fundamental importância.

Para quem não tem um a mão, mas tem um micro com acesso a internet, existem inúmeros sites que disponibilizam esse recurso aos músicos. Além dos metrônomos on-line, há os que você pode baixar e instalar em seu micro/notebook.

Seguem abaixo  2 indicações de links para você dar uma olhada:

Moy Riguer

Fonte desconhecida

Moy Riguer

A decisão, por unanimidade, do Supremo Tribunal Federal (STF) de que os músicos não necessitam ser filiados na OMB (Ordem dos Músicos do Brasil), para exercer livremente a profissão, deveu-se a uma ação de um profissional de Santa Catarina.

Esse é um precedente que deve alcançar todo o Brasil, e que traz um vitória a todos os músicos.

O texto abaixo é uma transcrição do link http://www.jusbrasil.com.br/noticias/2792921/stf-liberta-os-musicos-da-omb-um-duro-golpe-na-tradicao-cartorialista:

“O Supremo Tribunal Federal decidiu que o exercício da profissão de músico não está sujeito ao registro prévio ou à qualquer licença da Ordem dos Músicos do Brasil.Conforme bem ressaltou a ministra relatora Ellen Gracie, “a liberdade de exercício profissional inciso XIII, do artigo , da CF é quase absoluta” e qualquer restrição a esta liberdade “só se justifica se houver necessidade de proteção do interesse público, por exemplo, pelo mau exercício de atividades para as quais seja necessário um conhecimento específico altamente técnico ou, ainda, alguma habilidade já demonstrada, como é o caso dos condutores de veículos”.

O entendimento reafirma a posição já fixada no caso dos jornalistas. Há pouco mais de dois anos, vale lembrar, o STF julgou inconstitucional a exigência de diploma de jornalista para o exercício profissional da categoria. De agora em diante, a OMB ainda poderá existir, é claro. O que não poderá, isto sim, é obrigar os musicos à inscrição e ao recolhimento de anuidades, o que representa um duro golpe na velha tradição cartorialista do Brasil.

A liberdade artística, assim como a liberdade jornalística, estão garantidas na Constituição da República como liberdades civis, e não podem ser limitadas por restrições infraconstitucionais. Isso é totalmente diferente, por exemplo, do exercício de atividades de engenharia, medicina ou direito, por exemplo, que são atividades técnicas, que podem sofrer limitação em seu exercício. “

Moy Riguer

Eu adoro escutar música alta, e como durante muito tempo morei em casa geminada e depois em apartamento, me utilizava dos fones de ouvido para não incomodar os vizinhos.

Perdi a conta de quantos fones foram parar no lixo por não aguentarem o tranco. Também era volume máximo sem parar, e quando a música tinha uns graves a mais, o fone sofria.

Até que comprei um Koss Porta Pro a uns 2 anos e este mantém a qualidade sonoro, mesmo depois de judiar bastante dele. Recomendo, pois foi é o único que tem sobrevidio aos diversos timbres e altos volumes com a mesma fidelidade sonora.

Mas atenção: Apesar de gostar música no último volume, sei que isso é errado, pois isso pode comprometer sua audição. Eu mesmo já diminuí bastante o tempo que fico escutando música com fone no volume máximo e várias vezes, mesmo contra minha vontade, abaixo o volume um pouco. As vezes de tanto escutar o som alto, ficava com um zumbido por uns 10 a 20 minutos depois que tirava os fones. Mas agora estou morando em casa, procuro escutar o som sem fone, mas a noite o meu fiel fone está grudado em minhas orelhas.

Fica então a dica para quem quer comprar um bom fone de ouvidos. Se você costuma ver bandas tocando ao vivo, observe se o baterista, usa fone de ouvido como retorno, pois há uma grande chance dele estar utilizando um fone Koss, como o da foto abaixo (para quem ainda não conhece).

Grande abraço a todos

Moy Riguer

“Não pense que é capaz. Saiba que é.”
Morpheus, Matrix

Moy

fonte: http://www.monica.com.br/comics/tirinhas/tira198.htm

Moy Riguer

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